Previdência Social

A Reforma do Previdência – INSS

O próprio Planalto, que o criou o texto sabe que muito precisa ser alterado no Congresso. A PEC 287 inclui os outros e propostas que irão aprofundar a desigualdade no Brasil.

A idade mínima e a desigualdade vão caminhar junto. Como pode-se esperar que o trabalhador com 65 anos de idade tenha obrigatoriamente contribuído 25 anos, quando a desigualdade e o desemprego acompanha o trabalhador de classe baixa em todo o País?

A proposta da Temer amplia o valor mínimo para a concessão da aposentadoria no INSS para 65 anos de idade com o minimo de 25 anos contribuição.

Esta pode ser pior para o Piauí e Maranhão. Isso pode ser um revés extremamente grande quando se trata de proteção, visto que nestes estados o trabalhador do campo começa a exercer sua profissão muito cedo, e em um trabalho extremamente cansativo.

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Esta nova forma de Segurança Social é uma proposta para aprofundar a desigualdade, uma parte é tema desses princípios draconianos e também outra parte é negligenciada, como o exército. Portanto, certamente é um projeto que aprofunda a desigualdade e não aumenta os objetivos redistributivos da segurança social das Pensões Comunitárias da Região, não compreendendo o objetivo da Previdência Social com suas aposentadorias e o INSS.

Na realidade, o aumento da contribuição mínima para 25 anos não protege o trabalhador de forma nenhum, apenas aumentando o problema em todas as regiões no Brasil.

O mercado de trabalho brasileiro é notoriamente centrado em uma espécie de administração de sua própria força de trabalho organizada em torno de grandes empresas privadas, bancos, não o trabalhador.

informalidade é a barreira ao tempo da contribuição. Talvez não esqueçamos que 44% da força de trabalho brasileira é informal.

A aposentadoria torna-se difícil.

O governo também ignora o tanto que as empresas devem ao CND INSS.

Outra mudança sugerida pelas autoridades de Temer é o desenvolvimento de cotas para o pagamento de pensões que são completas, bem como o fim do aspecto de proteção social. De acordo com a proposta, o que isso significa é que, mesmo contribuindo por 25 anos, o trabalhador não terá direito a aposentadoria completa.

De acordo com o PEC 287, se um empregado contribui em média com 2000 reais ao longo de 25 anos, a título de exemplo, ele receberá 520 reais quando chegar aos 65 anos de idade, aposentadoria de apenas um, o que corresponde a 76% do valor de sua aposentadoria.

No caso de você querer receber um valor maior, o brasileiro deve começar a contribuir com a idade  de 16 ou deve continuar após a idade de 65 anos no mercado. Na prática, para que você possa ter acesso total a sua aposentadoria, será essencial contribuir ao INSS formalmente por 49 anos.

Realmente é completamente irreal. Quem ganha até dois salários mínimos, você não pode descobrir ninguém com 49 anos de contribuição. O trabalhador permanece vários anos, vai à informalidade, perde seu trabalho e remonta-se de volta ao mercado . Esta é realmente a regra do mercado de trabalho, isto é, um esporte de sobrevivência, os setores que são populares conhecem corretamente.

Segundo a Dra. Denise Gentil, o INSS não sofre de deficit, e sim de SUPERAVIT.